16
Mar
04

Fidelidade

Já toda a gente teve aquela trivial discussão sobre a fidelidade de um gajo e de uma gaja. Aquela em que o busílis é atingido quando alguém diz (normalmente ela) “Pois, porque se nós somos infiéis e andamos com muitos, somos umas putas. Se vocês andam com umas poucas são uns garanhões…” E esperam normalmente que isto desargumentarize a questão e nos deixe a nós (como seres “supostamente” básicos) sem qualquer maneira de racionalizar o discurso!

Mas a infidelidade feminina é igual à masculina?? Não. Não é. E isto não tem só a ver com questões de educação: elas são educadas para se resguardarem, para não serem umas oferecidas, etc, e nós sem qualquer tipo de repressão sexual na nossa educação. Isto não é verdade: cada vez mais se assiste (felizmente) à homogeneização da revolução sexual que defende que sexualmente homens e mulheres têm direito às mesmas coisas, basicamente.

Tanto é, que não me lembro de nada que hoje em dia nós façamos que elas não possam já fazer também. O problema é cromossómico: está provado que a composição genética de um homem o induz à procriação (daí a nossa cegueira por sexo, ou por mulher ou cona, ou o que quer que queiram chamar-lhe; estamos assim programados) como objectivo primário. Aliás, o grande objectivo do homem como macho, é espalhar as suas características o mais possível (pelo maior número de fêmeas diferentes), de maneira não só a ter maior número de descendentes, como também a gerar um número de combinações genéticas mais vastas (capaz de fazer face aos obstáculos na vida dos novos indivíduos), isto determina o sucesso biológico ou evolutivo do macho (Darwin).

E basta olhar para qualquer outro animal conhecido para ver que isto é assim, com poucas variações.

Já a mulher, não possui este tipo de informação. A mulher está programada geneticamente para, pura e simplesmente, escolher o melhor progenitor possível disponível para os seus descendentes (facto!), aquele que reúna um conjunto de características que ela ache serem as melhores para a sua descendência, achando-o mais ou menos atraente sexualmente.

Não que nós também não procuremos características mais vantajosas nelas. Mas sempre tudo explicado devidamente: procuramos umas boas mamas (boa capacidade de amamentação), boas pernas (sinal de vitalidade e de que é saudável), etc… Mas a verdade, é que é muito mais desculpável a evasão infiel de um gajo do que de uma gaja. O gajo está assim programado! Se ele é infiel, não significa que tenha cometido um erro ou se tenha enganado na mulher que tinha escolhido antes. Trata-se de um mecanismo primário de sobrevivência da espécie! Mais: trata-se de um sinal de sucesso, porque ao envolver-se com (mais) outra, espalhou os seus genes (que os contraceptivos impedem, é certo. Mas o comportamento está lá!), e por isso nem só ele próprio deve ser culpado!

Já uma mulher, se é infiel, é muito mais condenável: ela se se envolve com outro, cometeu um erro de avaliação com o anterior. Porque supostamente o anterior (o encornado) era o que reunia as opções melhores para pai dos seus filhos. Entretanto aparece um outro que afinal é melhor que o de antes, e já vai foder com este também! Ora isto é de puta! Isto só a culpa a ela! Porque cometeu um erro, porque não soube esperar por este novo, porque não escolheu bem! É muito mais gravoso, muito mais gritante!

Digam o que disserem, elas têm SEMPRE a última palavra, no que toca a sexo. É a triste realidade (a não ser que acreditem naquele mito urbano da droga amnésica), mas elas têm o poder todo (ver post subjacente). Por isso, se alguém vai para a cama com alguém, o alguém que disse o último “sim” foi o alguém que entre as pernas tem cona, logicamente. E se é assim, quando uma gaja fode, mais não está que a designar o gajo como melhor progenitor. E este assunto da fidelidade fica arrumado por aqui, que eu não gosto nada destas merdas de discussões; como dizia alguém “Uma mulher sem cornos é como um jardim sem flores!” Não exageremos. Para nos controlarmos (mulher e homem), temos a nossa componente racional… E um jardim pode ter árvores de fruto que sempre são mais úteis e mais altas que flores.

Um Ehehehehah para todos! (Cheio de insónia hoje…)

Nexis

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