26
Abr
04

Básicos? Antes isso…

Numa destas noites amenas, no aconchego da Penthouse, minutos depois da dislexia subsequente a um refregado O.I.U matutino, comecei a divagar sobre aquela velha teoria que tanto me apoquenta; aquela que diz que nós somos seres básicos, que tem por maior alicerce argumentativo o de que só pensamos em sexo e que temos uma gama de interesses reduzida, que somos uns insensíveis que lidam muito dificilmente com os afectos e o lado sentimental da vida, e bla bla bla… Tretas!

Já todos tivemos daqueles casos (clínicos?) de gajas que colam como lapas, mesmo depois do fora. Pelo menos, já todos ouviram o amigo do amigo que ouviu do amigo do primo cenas de arrepiar (ou já o experimentámos na pele), como a gaja que falsifica o teste de gravidez, ou que inunda o telemóvel dele com sms, até aqueles casos de chamadas para rede fixa a altas horas da noite em que ninguém fala, ou visitas surpresa a bares onde ele está… Porque é que acham que agora há aqueles centros de terapia de grupo (só com mulheres), tipo AA, mas para pessoas que não sabem amar?! Que amam demais! Doentio! Viram a reportagem na SIC? Gajas a dizer que eram tão possessivas que não conseguiam amar, que não davam espaço nem tempo ao gajo: doentio! Então o centro e a terapia com as outras maníacas supostamente aliviar-lhes-ia o possessivismo e reabilita-las-ia a uma vida com amor… Arghhh… Haverá algo mais lamechas?

Ao menos nós depois de pisados, não nos re-humilhamos e não corremos atrás de esperanças intermitentes dela. Bem… salvo raras excepções. Acho que também há gajos que insistem depois do fim. Mas isso tem duas distintas razões tipicamente masculinas, pelas quais não podemos ser crucificados: Primeira, que se às vezes um gajo insiste, é porque não percebeu (ou achou que ela não queria ter feito ou dito o que se passou) que foi o final. (Isto com uma gaja, que por natureza é afectivamente mais perspicaz, ela sabe que ele não quer mais nada, mas insiste na mesma). Segunda, se um gajo persiste é porque anda aterradinho de ‘fome de cona’, e não tem mais alvos viáveis (ou tão interessantes) para onde se virar! Mas aqui, já entra essa componente comportamental explicativa de muita coisa: o instinto. Se persiste é o instinto a funcionar…

Já uma gaja se insiste ou persiste é sempre por razões de sentimentos “porque gosta muito dele”, e inunda os amigos e amigas com discursos vitimizados de menina magoada, que “ainda gosta dele”… Nós não andámos atrás indefinidamente por amor, com alguém com quem não funcionou: é ser burro! Muito.

Para aquela imensidão de seres humanos no feminino que nos acham básicos: ANTES BÁSICOS, QUE BURROS!!!

Heheheha!!!

Nexis

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1 Response to “”


  1. Domingo, 02 Agosto, 2015 às 13:31

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