10
Set
07

Tipos de Gajas, Teoria dos — Parte II: Puticidade

A puticidade é o parâmetro mais controverso da presente Teoria. De facto é preciso ter um olho minimamente treinado para avaliar com segurança o grau de puticidade de uma miúda! É algo que vamos ganhando com a idade… Um descuido de apreciação neste campo, é descomedidamente cataclísmico!
As dicas têm todas a ver com o comportamento social visível da dita: geralmente, uma gaja bem puta, é provocadora. (A arte feminina de provocar está intimamente ligada com o ponto I da Teoria: a inteligência. Uma gaja burra provoca mais fisicamente, uma inteligente mais subtil e mentalmente) Deve-se atentar na maneira como dança/mexe, como bebe, como fala, como olha e como se toca. São as directivas básicas da provocação:
O dançar e o mexer-se insinuadoramente (redobrar atenção em ancas e peito), o olhar por cima do ombro, posicionar-se de maneira a evidenciar os atributos, o beber com contacto visual, o falar desinibidamente, normalmente com provocações sexuais verbais explícitas, riso descontrolado e enrolar o cabelo com os dedos (dois sinais menos concludentes) são dados inequívocos de uma grande puta receptiva. (Esqueçam o que já tenham lido sobre o dilatar de pupilas como indicador: quem consegue reparar no caralho das pupilas numa praia escura ou no meio duma discoteca sombria, cheia de fumo e bar aberto??)

O grau presente de puticidade está relacionado com provocação (explanado acima), alcoolemia (Ponto III da Teoria) e agrado pelo nosso manifesto interesse nela (cláusula sempre necessária, fundamental e idealmente bastante para um gajo experimentado). De facto, o mais alto grau de puticidade é facilmente perceptível; quando a provocação é feita pela fêmea sem qualquer descriminação de alvos: mais que uma forma de chamar a atenção, é uma maneira de ser. Estas (as que têm a concentração de puticidade demasiado alta no sangue, têm-no normalmente também na testa, o que é um poupar de trabalhos na avaliação de carácter) vão embora com qualquer um, e o reagente limitante passa a ser a alcoolemia e não a puticidade per se.

Por norma, uma gaja alta em puticidade, quer sexo, simples, bom e fácil (o que coincide com o geral perfil delas: sexuais, simples, boas e fáceis), e de mão beijada cede-nos todo o poder do jogo da sedução (nestes casos, acessível e precipitado) em que podemos decidir o que realmente queremos dela e da sua vagina, nessa noite.
As desvantagens deste tipo de gajas são mais que as vantagens: envolver-se com este tipo de barregã é um suicídio emocional. Apaixonar-se, pior. (Diz-se que um gajo não escolhe: de todo! Temos sempre controlo sobre o sentimento!) Uma relação está fora de questão, quer porque provavelmente conhecemos uma legião de outros pinantes que já a montaram (nem vou começar a falar nas implicações disso sequer), quer porque (mesmo que ela concorde com o recém compromisso), a infidelidade é proporcional à puticidade.
As poucas vantagens prendem-se com a cópula propriamente dita. É condição necessária (e quase) suficiente (para um alto teor de puticidade) que a concubina detenha uma altíssima desenvoltura e à-vontade sexual, alcançada pela experiência. Logo é sexualmente muito apta e sensualmente muito capaz de fazer um homem feliz entre os lençóis, bancos de carro, areais de praia ou paredes de obras. É garantido, bom sexo a todos os níveis.
Mas tudo isto tem um custo companheiros, que cada um decide se está disposto a pagar… A abordagem mais eficaz com este tipinho de amásia é portanto a sensualidade directa, o corresponder de provocações e a insinuação (pouco) subtil de sexualidade e/ou machismo.
São os pequenos pormenores (evolutivos/sexuais) que diferenciam os insucedidos!

Nexis


4 Responses to “Tipos de Gajas, Teoria dos — Parte II: Puticidade”


  1. 1 Never_Born
    Quarta-feira, 12 Setembro, 2007 às 11:56

    O que eu realmente acho? Acho que sim, que as senhoras merecem um espaço reservado exclusivamente a elas nas estações de serviço:

    http://www.croxdilfivico.blogspot.com

  2. 2 pako
    Quinta-feira, 13 Setembro, 2007 às 13:30

    Pá, não acho que seja assim tão linear… acho até muito difícil estabelecer uma regra que funcione sempre. Talvez quanto à inteligência…

  3. 3 Bruno
    Quarta-feira, 10 Outubro, 2007 às 21:23

    Esta temática meus amigos… dava textos sem fim é uma garantia que lhes dou… um dia caro companheiro de armas Nexis… um dia destes que me encontre a viver mais pelas ruelas mundanas… não ficarás sem o meu parecer…

    Saudações do fundo do Coração!

  4. Sexta-feira, 03 Julho, 2009 às 11:04

    Segundo esta teoria eu terei entao um grau de puticidade bastante elevado.. mais ao nivel da provocaçao subtil. Mas olha que nao e por isso que nao procuro alguem que me complete emocionalmente! E nao invalida que as minhas escolhas sejam selectivas, e que o meu curriculo sexual nao seja assim tao vasto ao ponto de “provavelmente conhecemos uma legião de outros pinantes que já a montaram”. Alem de que esqueceste o factor provocação por pura diversão. eheh😉


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