30
Set
07

Tipos de Gajas, Teoria dos — Parte III: Alcoolémia

A alcoolémia é uma característica relativamente fácil de apontar, mas a que menos relacionada pode estar com a concupiscência da gajinha. Raras são as miúdas da nossa idade 100% abstémias, e desenganem-se os que acham que elas mantêm a mesma personalidade na passagem do estado sóbrio ao ébrio: as bebidas alcoólicas são conhecidas há milénios (e até muitos animais deixam fermentar fruta propositadamente para apanhar mocas), e suspeito que desde a sua descoberta, a finalidade sexual nunca foi descurada.

O álcool entre outros efeitos, pode ter o efeito de desinibição social, o que conduz frequentemente a ultrapassar obstáculos psicológicos ou barreiras comportamentais afogadas no inconsciente, e como se sabe, o maior peso no inconsciente humano é o sexo. Logo, alcoolémia e sexualidade estão estreitamente ligadas.
Com efeito, divido-me entre considerar abertamente as bebidas espirituosas aliadas, ou vagos desembargadores. Não é por acaso (especialmente nos países anglo-saxónicos) que a frase mais repetida na abordagem a desconhecidos (de ambos sexos) é o “May I buy you a drink?” que não só contribui para a ingestão do “estimulante” como também soluciona o problema da primeira frase de abordagem.

No entanto as precauções a ter com as gajas ébrias prende-se com o real grau alcoolémico da dita: já não é tão linear distinguir a ligeira leveza craniana ou a fluez aumentada do discurso e do toque, com a moca de sono, de anestesia ou de iminente ataque de vómitos. Do francamente sóbrio ao francamente ébrio, há quem prefira de tudo, mas a conclusão final é: o álcool não é causador de efeitos indesejados.

Alguma vez alguém genuinamente viu a grelagem arrepender-se de qualquer coisa que tenha feito bêbada? Genuinamente? Não! Estava bêbada, fez, aconteceu e vah, ok, senão foi tão fantástico como ela esperava no seu íntimo, passou, adiante! E é de desconfiar se realmente ela insiste em jurar que foi um erro o que fez quando estava c’os copos; que sóbria nuuuunca faria tal coisa! Tretas!!!! A intenção estava presente, mesmo que inconsciente!
Portanto, para o bem e para o mal, o álcool é um alterador comportamental, mas não um “alterador intencional”…

Nexis

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5 Responses to “Tipos de Gajas, Teoria dos — Parte III: Alcoolémia”


  1. 1 Never_Born
    Terça-feira, 02 Outubro, 2007 às 11:51

    Em cinco palavras: nem mais!

  2. 2 Anonymous
    Quarta-feira, 03 Outubro, 2007 às 16:45

    Esta teoria é errónea pois não abrange ou pondera a questão essencial da inconsciência derivada do excesso de álcool, por exemplo o estado que antecede o coma alcoólico ou blackout alcoólico.

  3. 3 pako
    Quarta-feira, 10 Outubro, 2007 às 14:44

    Quem quer engatar uma gaja num quase coma alcoólico? Fala-se de gajas ainda com força nas pernas para estarem de pé e andarem direitas.

  4. 4 Anonymous
    Domingo, 04 Novembro, 2007 às 19:21

    Pode n�o alterar inten�o, mas altera desempenho… em particular nos que se dizem machos! Com tanta teoria de “tipos de gajas”, deve haver muitos parraxistas solteiros. Que desperd�cio :/

    Zuleika

  5. 5 Nexis
    Domingo, 04 Novembro, 2007 às 21:07

    Zuleika, Zuleika… E a vida de solteiro não é bonita? Antes só que mal acompanhado, certo??


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